luto

Que sorte a minha, Dudu!

Por Maurílio Júnior

Era impossível não ficar alegre ao lado de Dudu. Não havia mau humor que resistisse.

Logo no primeiro mês de graduação na UFPB entreguei um currículo no Sistema Correio de Comunicação.

Era outubro de 2013.

Recebo o telefonema para ser entrevistado. O entrevistador era o ainda jornalista Eduardo Carneiro, que logo passaria a ser apenas Dudu ou “Fala, bonitão”, um grande professor.

Lembro dos detalhes como hoje.

Mesmo não tendo tanto contato diário depois de sua saída da Correio em 2014, era muito bom reencontrá-lo nas pautas do jornalismo. E, claro, na saborosa pizza do Capitão Farinha.

Será impossível esquecê-lo. Você foi marcante, Dudu. Na minha vida e de tantos outros. O céu está em festa.

Minha gratidão!

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