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A lição para João Pessoa e CG, as maiores cidades da PB sem vacina

Por Maurílio Júnior
Prefeitos Cícero Lucena (João Pessoa) e Bruno Cunha Lima (Campina Grande) — Imagem: Divulgação

Ontem, Campina Grande. Hoje, João Pessoa. As duas maiores cidades da Paraíba estão sem vacina para segunda dose. E aí me perdoe quem ainda possa admirar o (des)governo ou o conterrâneo Marcelo Queiroga, que disse aqui na semana passada, que nada poderá fazer. Isto é, no mínimo, inconcebível em uma guerra aonde a única arma é a vacina. Se há erro de ambas prefeituras, foi o de seguir uma orientação de um ministério de pouquíssimo crédito. Lembremos que foi o Ministério da Saúde que orientou municípios a usar doses guardadas em estoque para segunda aplicação, já que havia a perspectiva de um maior número de imunizantes entregues posteriormente pelo governo federal, o que não se concretizou por mais de três vezes. O resultado, hoje, está aí. Que fique a lição. 

Queiroga desvencilhou-se da bomba deixada por Pazuello — Imagem: Agência Brasil

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