ministro da saúde

Na crise dos medicamentos, Queiroga busca forças no lar doce lar

Por Maurílio Júnior
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, e Eduardo Pazuello, ex-ministro

O paraibano Marcelo Queiroga, atual ministro da Saúde, desembarca nesta sexta-feira (16) na Paraíba em meio a sua primeira grande crise à frente da pasta por conta da falta de sedativos para o tratamento da Covid-19 em vários estados.

No Rio de Janeiro, por exemplo, pacientes com a forma mais grave da doença estão intubados, acordados e amarrados aos leitos devido à ausência dos medicamentos. Em São Paulo, o governador João Doria (PSDB) se queixou de ter ficado sem resposta após enviar nove ofícios ao Ministério da Saude Saúde sobre ‘kit intubação’.

Com outras palavras, o ministro jogou a batata quente de volta para os estados, como já acontece desde o início da pandemia quando coube a governadores a aquisição de seringas, agulhas, hospitais de campanha, adoção de medidas restritivas e a iniciativa de produzir vacinas.

“É uma atribuição que os próprios governadores poderiam buscar esses medicamentos, seja no mercado internacional ou nacional, eles têm elementos para fazer isso e podem se associar ao Ministério da Saúde. Não adianta só ficar enviando ofícios para o Ministério da Saúde, temos que trabalhar juntos. Vamos deixar isso bem claro, é uma atuação tripartite. Se instituições privadas buscam importações e trazem esses insumos pra cá, por que grandes estados não fazem isso?”.

Com o coro comendo no centro, o ministro busca forças no lar doce lar…

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