A aula do Treze de como (não) se fazer futebol

Por Maurílio Júnior

Refém de cartolas despreparados, o Treze solidificou a fama de time amador.

Na semana passada, o Galo apresentou com pompas o atacante Ceará (foto, à esquerda) sem contrato assinado. A Ferroviária (SP), que manda no atleta até abril, não gostou e melou o negócio.

O caso não é inédito no estádio Presidente Vargas. Antes de Ceará, outras três contratações anunciadas pelo clube acabaram furando. Uma delas foi a do goleiro Mauro Iguatu, ídolo da torcida, que se queixou de salários atrasados em 2019 para não permanecer.

William Goiano (zagueiro) e Moisés (meia) são outros exemplos. Este último também chegou a ser apresentado, mas abandonou a pré-temporada ao alegar que o clube não teria cumprido o acordo de alugar um apartamento.

Como se não bastasse o pífio desempenho em 2019, com o quase rebaixamento no Paraibano e na Série C, os cartolas resolveram se superar nas lambanças. Uma aula de como (não) se fazer futebol profissional.

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