O dia que Ricardo se arrependeu de não ser senador

Por Maurílio Júnior

Lulista de carteirinha, o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) se arrependeu pela primeira vez, nesta quarta-feira (19), de não ser senador.

No dia que o Senado sabatinou o ministro da Justiça, Sergio Moro, nenhum dos senadores paraibanos, entre eles Veneziano Vital (PSB), ungido por Ricardo na eleição passada, fez uso do direito de questionar ex-juiz sobre as reportagens publicadas pelo site The Intercept Brasil, que mostravam mensagens trocadas entre ele e o procurador Deltan Dallagnol enquanto o então juiz era responsável pela Operação Lava Jato.

A propósito, o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) assinou ontem uma carta em conjunto com os ex-presidenciáveis Fernando Haddad (PT) e Guilherme Boulos (PSOL) em que pede o afastamento de Moro do cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública.

Conhecendo Ricardo, como todo paraibano conhece, não resta a mínima dúvida que Moro seria ainda mais acossado se ex-governador paraibano estivesse lá. Mas para Ricardo restou uma caneta e um papel sem valor.

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