Crise no PSD

Por Maurílio Júnior

Em um dos últimos contatos da equipe de reportagem do Rádio Verdade (Rede Arapuan de Rádios) com o deputado e presidente do PSD, Rômulo Gouveia, antes de seu prematuro falecimento, o parlamentar não quis comentar sobre a adesão de Inaldo Leitão (pré-candidato à Câmara Federal) a pré-candidatura de João Azevedo (PSB) ao governo do Estado. Rômulo tratou no bastidor a pauta de negativa para o PSD.

Pouco tempo depois do desaparecimento de Rômulo, o que se teve foi uma enxurrada de pautas negativas para o partido. Da desistência do senador Raimundo Lira de disputar a reeleição a viagem do vice-presidente da legenda e deputado Manoel Ludgério para Brasília. Na capital Federal, Ludgério fez queixas ao presidente de honra do partido e ministro Gilberto Kassab sobre a posição do partido na Paraíba.

Ao Rádio Verdade, na última terça-feira (3), Ludgério diagnosticou: “Com o falecimento do deputado Rômulo, o partido parece também que faleceu”. O parlamentar ainda sugeriu que a presidente Eva Gouveia delegue a outras lideranças da sigla a condução do processo eleitoral.

Nesta quinta-feira (5), o vereador de Campina Grande, Pimentel Filho (PSD), endossou a fala de Ludgério.

“O partido simplesmente parou. Este é o pensamento de todos. É preciso que retomemos a condição de partido forte. O PSD não pode simplesmente estar sem encaminhamento”, disse ao Rádio Verdade.

Além de Pimentel, o suplente de vereador em João Pessoa, Marmuthe Cavalcanti, aguarda o retorno de Ludgério para uma reunião de definição.

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